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E se o "outro" não fosse seu, mas dele mesmo? E se compartilhar o que Somos fosse uma celebração? Um campo. Solo fértil. Casulo.

E se o precisar fosse recebido como disponibilidade — um convite a caminhar juntos? E se, assim, a busca por companhia cedesse lugar ao transbordamento natural do amor?

E se cada encontro fosse permeado de verdade, entrega e liberdade? E da coragem de olhar o que o campo da relação revela?

E se os limites não fossem rejeição, mas honrados como discernimento?

E se a construção em comunhão fosse sustentada por adultos lúcidos — livres e enraizados?

E se cada um se comprometesse a encontrar essa verdade em si, antes de magnetizar o campo do encontro?

Ah — e se todos pudessem dizer, enfim:

"eu te amo e neste amor, você é livre"


Sathya Ma