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E se o “outro” não fosse seu, mas dele mesmo? E compartilhar o que Somos fosse celebração — campo, solo fértil, casulo?

E se o precisar fosse recebido como disponibilidade — um convite a caminhar juntos, enquanto houver chão? E, assim, a busca por companhia cedesse lugar ao transbordamento natural do amor?

E se cada encontro fosse permeado de verdade, entrega e liberdade — e da coragem de olhar para aquilo que o campo da relação revela?

E se os limites não fossem vistos como rejeição, mas honrados como discernimento? E a construção em comunhão fosse sustentada por adultos maduros — livres e enraizados em si?

E se cada um se comprometesse a encontrar e incorporar a verdade em si, sem projetar suas buscas no campo do encontro?

Ah…

Todo encontro seria útero e celebração. E quem sabe, todos seriam capazes de dizer, enfim:

“eu te amo e neste amor, você é livre.”

Sathya Ma